Notas

 

MUSEOLOGIA

  1. MAIRESSE, François. Muséographie. In: DESVALLÉES, André & MAIRESSE, François. Dictionnaire encyclopédique de muséologie. Paris : Armand Colin, 2011. p.323.
  2. Ver RIVIÉRE, Georges-Henri. Stage regional d’études de l’Unesco sur le role éducatif des musées (Rio de Janeiro, 7-30 septembre 1958). Paris: Unesco, 1960.
  3. BARROSO, Gustavo. Introdução à Técnica de Museus, v. 1. Rio de Janeiro: Olímpica, 1946. p. 6.
  4. Responsável por uma série de publicações sobre museus, lançadas entre os anos 1910 e 1920. Uma seleção dos seus escritos foi editada recentemente: The New Museum. Selected Writings by John Cotton Dana. Washington/Newark, American Association of Museums / The Newark Museum, 1999. MAIRESSE, François & DESVALLÉES, André. Muséologie. In: DESVALLÉES, André & MAIRESSE, François. Dictionnaire encyclopédique de muséologie. Paris : Armand Colin, 2011. p.381.
  5. Atual American Alliance of Museums.
  6. TEATHER, Lynne J. Museum Studies. Reflecting on reflective practice. Museum Management and Curatorship, n.10, p.403-417, 1991. p.403.
  7. Teather afirma que é evidente no contexto norte-americano a progressiva marginalização da museologia como uma profissão e uma disciplina acadêmica. Ibidem, p.404.
  8. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Predmet muzeologie. In: _____. (ed.). Sborník materiálu prvého muzeologického sympozia. Brno: Museu da Morávia, 1965.
  9. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Brno: Education in Museology. Museological Papers V, Supplementum 2. Brno: J. E. Purkyně University and Moravian Museum, 1974. p.25.
  10. Id. Museology as a Science (a Thesis), Museologia, n.15, XI, 1980a, pp. 33-39.

STRÁNSKÝ

  1. Jan Jelínek é um museólogo e antropólogo tcheco, presidente do ICOM de 1971 a 1977 e primeiro presidente do ICOFOM em 1977. Ele foi diretor do Museu da Morávia, em Brno.
  2. Publicação de um dicionário com a tradução para vinte línguas diferentes dos termos essenciais da Museologia. Cf. Dictionarium Museologicum. Budapest National Center of Museums, 1983.
  3. Ver ICOFOM – International Committee for Museology. Museological News, Semi-Annual Bulletin of the International Committee of ICOM for Museology, n. 15, June, 1992. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/icofom-news/museological-news/
  4. Stránský não foi o único a desenvolver uma formação em Museologia na segunda metade do século XX. Podemos citar os exemplos de cursos criados por Raymond Singleton e depois de Geoffrey Lewis, em Leicester, ou o curso de Georges Henri Rivière, na França, em 1970, ou ainda os programas de Toron na Polônia, do Zagreb, na Iugoslávia (atualmente na Croácia) ou ainda o da American Association of Museums nos Estados Unidos.
  5. CERÁVOLO, Suely Moraes. Da palavra ao termo: um caminho para compreender a museologia. 2004. 218 f. Tese (Doutorado em Biblioteconomia e Documentação) – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, 2004.
  6.  Cf. Jan Jelínek, em Zbyněk Z. Stránský (1974, p.10).
  7. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. The first museology graduates in Brno. ICOM – International Council of Museums, ICOM News / Nouvelles de l’ICOM, vol. 22, n. 2, June 1969, pp.61-62.
  8. Escola Internacional de Verão em Museologia.
  9. A Universidade de Masaryk foi fundada, em Brno, em 1919 e é atualmente a segunda maior universidade da República Tcheca. Em 1960, a universidade foi renomeada como Universidade Jan Evangelista Purkyně, segundo o nome do biólogo tcheco. Em 1990, seguindo a Revolução de Veludo, ela retomou o seu nome original.
  10. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Museology as a Science (a Thesis), Museologia, n.15, XI, 1980a, pp. 33-39.
  11. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Brno: Education in Museology. Museological Papers V, Supplementum 2. Brno: J. E. Purkyně University and Moravian Museum, 1974. p.26.
  12. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Predmet muzeologie. In: _____. (ed.). Sborník materiálu prvého muzeologického sympozia. Brno: Museu da Morávia, 1965. p.31.
  13. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Introduction à l’étude de la muséologie. Destinée aux étudiants de l’École Internationale d’Été de Muséologie – EIEM. Brno : Université Masaryk, 1995. p.15.
  14. Ver STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Predmet muzeologie. In: _____. (ed.). Sborník materiálu prvého muzeologického sympozia. Brno: Museu da Morávia, 1965. pp. 33-
  15. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Predmet muzeologie. In: _____. (ed.). Sborník materiálu prvého muzeologického sympozia. Brno: Museu da Morávia, 1965. p.30-33.
  16. Ver DESVALLÉES, André & MAIRESSE, François. Dictionnaire encyclopédique de muséologie. Paris : Armand Colin, 2011. 722p.
  17. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Brno: Education in Museology. Museological Papers V, Supplementum 2. Brno: J. E. Purkyně University and Moravian Museum, 1974. p.28.
  18. STRÁNSKÝ, loc. cit.
  19. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Museology and Museums. ICOFOM Study Series – ISS, n. 12, ICOM International Committee for Museology, 1987. p.289. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  20. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Múzejnictvo v relácii teórie a praxe. Múzeum, 1970, roč. XV., č. 3, pp. 173-183.
  21. Ver VAN MENSCH, Peter. Towards a Methodology of Museology. Tese de PHD. Universidade de Zágreb, Zágreb, 1992. Disponível em: http://:www.muuseum.ee/en/erialane_areng/museoloogiaalane_ki/p_van_mensch_towar/mensch04
  22. Ver RAZGON, Awraam M. Research work in museums: its possibilities and limits. In: ICOFOM – International Committee for Museology. Possibilities and limits in scientific research typical for the museums. Brno, Moravian Museum, 1978. pp.20-45.
  23. Ver LEWIS, Greoffrey D. In: Sofka, Vinoš (org.), MUWOP: Museological Working Papers/DOTRAM: Documents de Travail en Muséologie, Museology – Science or just practical museum work? Stockholm: ICOM, International Committee for Museology/ICOFOM; Museum of National Antiquities, v. 1, 1980. pp.26-27. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  24. Ver SCHREINER, Klaus. In: Sofka, Vinoš (org.), MUWOP: Museological Working Papers/DOTRAM: Documents de Travail en Muséologie, Museology – Science or just practical museum work? Stockholm: ICOM, International Committee for Museology/ICOFOM; Museum of National Antiquities, v. 1, 1980. pp.39-41. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  25. Ver GREGOROVÁ, Anna. In: Sofka, Vinoš (org.), MUWOP: Museological Working Papers/DOTRAM: Documents de Travail en Muséologie, Museology – Science or just practical museum work? Stockholm: ICOM, International Committee for Museology/ICOFOM; Museum of National Antiquities, v. 1, 1980. pp.19-21. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  26. Ver RÚSSIO, Waldisa. In: Sofka, Vinoš (ed.), MUWOP: Museological Working Papers/DOTRAM: Documents de Travail en Muséologie. Interdisciplinarity in Museology. Stockholm: ICOM, International Committee for Museology/ICOFOM/Museum of National Antiquities, v. 2, 1981. pp.56-57. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  27. Ver VAN MENSCH, Peter. Towards a Methodology of Museology. Tese de PHD. Universidade de Zágreb, Zágreb, 1992. Disponível em: http://www.muuseum.ee/en/erialane_areng/museoloogiaalane_ki/p_van_mensch_towar/mensch04
  28. DELOCHE, Bernard. Le musée virtuel. Vers une éthique des nouvelles images. Questions actuelles. Paris : Presses universitaires de France, 2001.
  29. O modelo PPC (Preservação, Pesquisa e Comunicação) se assimila ao modelo de Stránský e também adotado por Georges Henri Rivière, da seleção, tesaurização e apresentação. É um trinômio que funda os pilares da atividade museal. Essas atividades dependem umas das outras, mas não são hierarquizadas. Desvallées Mairesse p. 363-364.
  30. SCHEINER, Tereza & CARVALHO, Luciana M. Constitución y consolidación de la museologia como campo disciplinario. ICOFOM Study Series, n. 43a, 2015, p.183. Disponível em: http://network.icom.museum/icofom/publications/our-publications/
  31. Sobre essa influência no ensino de museologia no Rio de Janeiro, ver SOARES, Bruno Brulon; MENEZES DE CARVALHO, Luciana; DE VASCONCELOS CRUZ, Henrique. UNIRIO: A Model of Evolving Museology Teaching in Brazil. Museum International (English ed. Print), v. 68, p. 29-42, 2016. Disponível em: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/muse.12094/abstract;jsessionid=540E452248A6FAC9756F93A97AB8D555.f02t01

SOFKA

  1. Grande Morávia: exposição do primeiro Estado formado pelos ancestrais das nações checa e eslovaca, organizado em homenagem ao 1100º aniversário da chegada da missão bizantina neste país e aos primórdios da literatura eslava.
  2. Peter van Mensch Towards a methodology of museology (PhD thesis, University of Zagreb, 1992), p. 5.
  3. 3. Vinoš Sofka, “Museologin i internationellt perspektiv” [Museology in international perspectives]. Museiteknik, Lund, 1976, 149-153.
  4. 4. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Museology as a Science (a Thesis), Museologia, n.15, XI, 1980a, pp. 33-39.
  5. 5. SOARES, Bruno Brulon. The Museum Performance: Reflecting on a Reflexing Museology, pp. 50-51. Complutum, 2015, vol. 26 (2): 49-57.
  6. Ver VAN MENSCH, Peter. Towards a Methodology of Museology. Tese de PHD. Universidade de Zágreb, Zágreb, 1992. Disponível em: <http://:www.muuseum.ee/en/erialane_areng/museoloogiaalane_ki/p_van_mensch_towar/mensch04>.
  7. MAROÉVIC, Ivo. Introduction to Museology – The European approach..München: Verlag Dr. Christian Müller-Straten, 1998.
  8. Museums, museology, and ethics: a changing paradigm// Museum Ethics/ ed. by Gary Edson. London: Routledge, 1997. pp. 168 – 175.
  9. DELOCHE, Bernard. Le musée virtuel. Vers une éthique des nouvelles images. Questions actuelles. Paris: Presses universitaires de France, 2001.
  10. BELLAIGUE, Mathilde. O desafio museológico. In: FÓRUM DE MUSEOLOGIA DO NORDESTE, 5, 1992, Salvador. 8 p. mimeo.
  11. SCHEINER, T. C. M. Museu, museologia e a ´relação específica´: considerações sobre os fundamentos teóricos do campo museal. Ciência da Informação, v. 42, n. 3, 201310.18225/ci.inf..v42i3.1368. DOI:10.18225/ci.inf..v42i3.1368. Disponível em: <http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/v/a/20868>. Acesso em: 31 jan. 2017.
  12. Seminario de Investigación en Museología de los países de lengua portuguesa y española, II, Buenos Aires – El pensamiento museológico contemporáneo = O pensamento museológico contemporâneo / coord. Nelly Decarolis. Buenos Aires: Comité Internacional del ICOM para la Museología – ICOFOM, 2011. ISBN 978-92-9012-404-7 – Introdución, pp. 15-18.

ANDRÉ DESVALLÉS

  1. Desvallées, A. “Mark Donskoi: Un homme dont l’œuvre sonne fier”, Positif, no 5, 1953, p. 30.
  2. Gorgus N., Le magicien des vitrines, Paris, Maison des sciences de l’homme, 2003. Rivière G.H. et alii., La muséologie selon Georges Henri Rivière, Paris, Dunod, 1989. Vários artigos de Desvallées – incluindo um posfácio – compoem essa obra.
  3. Estes incluem: “Musée national des Arts et traditions populaires. Petits guides des grands musées”. Paris, Rmn, 1975, 19 p. ill. (la Galerie culturelle); “Arts populaires des Pays de France, t.1: Matières, techniques et formes”. Paris, J.Cuénot, 1975, 207 p. ill. (Avec Georges Henri Rivière); L’Aubrac, tome 6.1, “Ethnologie contemporaine, IV, Technique et langage”. Les Burons, p. 15-18: “Introduction générale”, p. 25-308, ill.: “Estivage bovin et fabrication du fromage sur la montagne”. Paris, CNRS, 1979.
  4. (en) DELOCHE B., « André Desvallées, penseur de la nouvelle muséologie », Icofom Study Series, Hors-Série, 2014, p. 149-158.
  5. (en) Hudson K., Museums for the 1980s – A Survey of World Trends,London, Unesco-Mac Millan, 1977.
  6. Muséologie (nouvelle), in: Encyclopaedia universalis, Suplemento, t.2., 1981, p. 958-961 (6 colunas) (incluído na edição de 1985).
  7. H. de Varine, L’écomusée, in La Gazette (Associação Canadense de Museus), 11, 1978.
  8. Les écomusées, in: Icofom Study Series, 2, 1983, p. 15-16; L’écomusée: musée degré zéro ou musée hors les murs, in: Terrains, no 5, 1985, p. 84-85; La nouvelle muséologie, in: Nouvelles muséologies (Alain Nicolas éditeur). Marseille, Mnes, 1986, p. 45-52; Un tournant de la muséologie, in : Brises, no 10, sept. 1987, p. 5-12, etc.
  9. Vagues. Une anthologie de la nouvelle muséologie, Mâcon, Ed. W. et M.N.E.S., 2 vol, 1992 et 1994.
  10. (en) D. Cameron, A viewpoint: the Museum as a communication system and implications for museum education, in Curator, 11, 1968, p. 33-40; Incluído sob o título: Un point de vue: le musée considéré comme système de communication et les implications de ce système dans les programmes éducatifs muséaux, in A. Desvallées, Vagues. Une anthologie de la nouvelle )muséologie, Mâcon, Ed. W. et M.N.E.S., 2 vol, 1992 et 1994. t.1, p. 259-270.
  11. Todos esses termos são definidos por A. Desvallées. A. Desvallées, F. Mairesse (dir.), Dictionnaire encyclopédique de muséologie, Paris, Armand Colin, 2011.
  12. La muséographie des musées dits « de société »: raccourci historique, in: Musées et sociétés (collect.), Paris, Direction des Musées de France, 1992, 446 p. (p. 130-136) (Anais da conferência nacional) “musées et sociétés”, Mulhouse-Ungersheim, juin 1991); Musées scientifiques, musées techniques, musées industriels: l’exemple français, in: La Société industrielle et ses musées. Demande sociale et choix politiques 1890-1990, Cité des Sciences et de l’Industrie et Éditions des archives contemporaines, 1992, 288 p. (p. 97-115) (Anais da conferência CSI, 14-15 mars 1991, dir. Brigitte Schroeder-Gudehus.
  13. Émergence et cheminements du mot patrimoine, in: Musées et collections publiques de France, no 208, 1995-3, p. 6-29; Cent quarante termes muséologiques ou Petit glossaire de l’exposition, in: M.-O. de Bary et J.-M. Tobelem dir. Manuel de Muséographie (Petit guide à l’usage des responsables de musée), Paris, Seguier / Option Culture, 1998: p. 205-251.
  14. Mairesse F., Desvallées A. (Dir.), Vers une redéfinition du musée? Paris, l’Harmattan, 2007.
  15. Desvallées A., Mairesse F. (dir.), Concepts clés de muséologie, Paris, Armand Colin et ICOM, 2010, 87 p. (coordenado com André Desvallées). Disponível no site do ICOM. (www.icom.museum).
  16. Desvallées A., Mairesse F. (dir.), Dictionnaire encyclopédique de muséologie, Paris, Armand Colin, 2011.
  17. DESVALLÉES, André; MAIRESSE, François. Manuel de Museógraphie. Petit guide à l’usage des responsables de musée. Seguier, Option Culture, Biarritz, 1998.
  18. POLO, Maria Violeta. Estudos sobre expografia: quatro exposições paulistanas do século XX. Dissertação de Mestrado em Artes, São Paulo :Universidade Estadual Paulistana, 2006, 326f.
  19. BAUER, Jonei Eger. A construção de um discurso expográfico: Museu Irmão Luiz Godofredo Gartner. UFSC: Florianópolis, SC, 2014. 117 p.
  20. BRULON, Bruno. A invenção do Ecomuseu: o caso do Écomusée du Creusot Montceau-les-Mines e a prática da museologia experimental. Mana, n. 21, vol. 2, 2015, pp.267-295. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/mana/v21n2/0104-9313-mana-21-02-00267.pdf>.

WALDISA RÚSSIO

  1. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Formação profissional. In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p. 228.

  2. RÚSSIO, Waldisa. La museologie et la formation: une seule méthode? ICOFOM Study Series n.5, Museum – Territory – Society. New tendencies / New practices. ADDENDA 3. Londres, 1983. pp. 01-08 comments. Disponível em: http://network.icom.museum/fileadmin/user_upload/minisites/icofom/pdf/ISS%2005%20(1983).pdf
  3. RÚSSIO, Waldisa. La museologie et la formation: Une seule méthode? ICOFOM Study Series n. 1, Methodology of Museology and Professional Training. Estocolmo, 1983. pp. 1-8 comments.
  4. Id. Formação do museólogo: Por que em nível de pós-graduação? In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (Coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v.1, 2010, p. 234.
  5. GUARNIERI, Op. cit., p. 234.
  6. BRULON SOARES, B. C.; DE CARVALHO, Luciana Menezes; CRUZ, H. V. O nascimento da Museologia: confluências e tendências do campo museológico no Brasil. In: MAGALHÃES, Aline Montenegro; BEZERRA, Rafael Zamorano. (Org.). 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate (1922-2012). 1ed. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2014, p. 244-262.
  7. Cf. RUSSIO, W. Interdisciplinarity in museology. Museological Working Papers – MuWoP 2, 1981, p. 56–57.
  8. BRUNO, Maria Cristina Oliveira (Org.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. V.1. São Paulo: Pinacoteca do Estado; Secretaria de Estado de Cultura; Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus, 2010, p.20.
  9. RÚSSIO GUARNIERI, W. La muséologie et la formation: une seule méthode. ICOFOM Study Series – ISS 5, 1983, p. 32–39.
  10. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia. Revista Museologia e Patrimônio. MAST. Rio de Janeiro, 2011, pp. 147-158.
  11. DURKHEIN, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Companhia editora nacional, 9 ed., 1984, p.6.
  12. DURKHEIN, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Companhia editora nacional, 9 ed., 1984, p.27.
  13. RUSSIO, W. Interdisciplinarity in museology. Museological Working Papers – MuWoP 2, 1981, p. 58.
  14. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Formação profissional. In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.128.
  15. CÂNDIDO, Manuelina Maria Duarte. Teoria Museológica: Waldisa Rússio e as correntes internacionais. In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (Org.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. V.2. São Paulo: Pinacoteca do Estado; Secretaria de Estado de Cultura; Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus, 2010, p.151.
  16. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Sistema da Museologia (1983). In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.134.
  17. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. A interdisciplinaridade em Museologia (1981). In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.126.
  18. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. A interdisciplinaridade em Museologia (1981). In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.126.
  19. STRANSKÝ, Z. Sobre o tema “Museologia – Ciência ou apenas trabalho prático?” (1980). Revista Museologia e Patrimônio, UNIRIO / MAST, vol. 1, n. 1, 2008, p.105.
  20. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Museologia e Museu. In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.78.
  21. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Quem são e o que são os museólogos? (s.d.) Museologia e Museu In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.241.
  22. GUARNIERI, Waldisa Rússio C. Quem são e o que são os museólogos? (s.d.) Museologia e Museu In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.241.
  23. GUARNIERI, WaldisaRússio C. Quem são e o que são os museólogos? (s.d.) Museologia e Museu In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.242.
  24. BRUNO, Maria Cristina Oliveira (coord.). Waldisa Rússio Camargo Guarnieri: textos e contextos de uma trajetória profissional. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, v. 1, 2010, p.23.
  25. RÚSSIO, Waldisa. Sem Título. ICOFOM Study Series n.1, Methodology of Museology and Professional Training.1983, pp.114-125.
  26. Ver em: http://icom.museum/the-committees/international-committees/international-ommittee/international-committee-for-museology/
  27. RÚSSIO, Waldisa. Conceito de cultura e sua interrelação com o patrimônio cultural e preservação. Revista do Instituto Brasileiro de Patrimônio Cultural, nº 3, 1990.
  28. BRULON SOARES, B. C. & MAGALDI, M. Museologia: reflexões sobre o campo disciplinar. Anais do 2º Seminário Brasileiro de Museologia, v. 1, Recife – PE, Museu do Homem do Nordeste, 16 a 20 de novembro de 2015, pp.382-408, p.383.

MUSEALIZAÇÃO

  1. STRÁNSKÝ, Zbyněk Z. Introduction à l’étude de la muséologie. Destinée aux étudiants de l’École Internationale d’Été de Muséologie – EIEM. Brno : Université Masaryk, 1995. p.19.
  2. MAIRESSE, François. Muséalisation. Regard & Analyse. pp.252-269. In : DESVALLÉES, André & MAIRESSE, François (dir.). Dictionnaire encyclopédique de muséologie. Paris : Armand Colin, 2011. p.252.
  3. MAIRESSE, loc. cit.
  4. Ibidem, p.253.
  5. BRUNO, Maria Cristina Oliveira. Musealização da arqueologia: caminhos percorridos. Revista de Arqueologia, vol. 26, n.2, 2013 / vol. 27, n.1, 2014, pp.4-15.
  6. BRULON-SOARES, B. C. Máscaras guardadas: musealização e descolonização. 2012. Tese (Doutorado em antropologia) – Programa de Pós-Graduação em Antropologia. Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2012.

TEREZA SCHEINER

  1. SÁ, Ivan Coelho de. História e Memória do Curso de Museologia: do MHN a UNIRIO. In: Anais do Museu Histórico Nacional, v.39, 2007. Rio de Janeiro: 2007, p. 10-42.
  2. SÁ, Ivan Coelho de. História e Memória do Curso de Museologia: do MHN a UNIRIO. In: Anais do Museu Histórico Nacional, v.39, 2007. Rio de Janeiro: 2007, p. 10-42.
  3. BRULON SOARES, B.; CARVALHO, L. M. de, CRUZ, H. de V. O nascimento da Museologia: confluências e tendências do campo museológico no Brasil. pp.242-260. In: MAGALHÃES, A. M.; BEZERRA, R. Z. 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate (1922-2012). Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2014.
  4. SCHEINER, Tereza Cristina Moletta; GRANATO, Marcus. A Parceria com a UNIRIO para o Desenvolvimento do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio. Mast Coloquia 14, 2016.
  5. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS UNIRIO | MAST – vol. 4 no 2 – 2011. p. 153.
  6. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST – vol. 4 no 2 – 2011. p. 154.
  7. CARVALHO, Luciana Menezes de. Em direção à Museologia latino-americana: o papel do ICOFOM LAM no fortalecimento da Museologia como campo disciplinar. 2008. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio, UNIRIO/MAST, Rio de Janeiro, 2008. p. 107 – Orientador: Tereza Cristina Moletta Scheiner. Co-orientador: Marcos Luiz Cavalcanti de Miranda, p.48.
  8. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST – vol. 4 no 2 – 2011. p. 154.
  9. SCHEINER, Tereza Cristina. Museologia e Pesquisa: Perspectivas na Atualidade. MAST COLLOQUIA, Vol. 07, 2005.
  10. SCHEINER, Tereza Cristina. As bases ontológicas do Museu e da Museologia. In: SIMPÓSIO MUSEOLOGIA, FILOSOFIA E IDENTIDADE NA AMÉRICA LATINA E CARIBE. ICOFOM LAM, Coro: Venezuela, Subcomitê Regional para a América Latina e Caribe/ICOFOM LAM, 1999, p. 133-164.133 e 134.
  11. Desvallées, André, « Pour une terminologie muséologique de base », Cahiers d’étude du Comité International de l’ICOM pour la Muséologie, no 8, 2000, p. 8- 9.
  12. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST – vol. 4 no. 2 – 2011. p. 154.
  13. SCHEINER, Tereza Cristina. As bases ontológicas do Museu e da Museologia. In: SIMPÓSIO MUSEOLOGIA, FILOSOFIA E IDENTIDADE NA AMÉRICA LATINA E CARIBE. ICOFOM LAM, Coro:Venezuela, Subcomitê Regional para a América Latina e Caribe/ICOFOM LAM, 1999, p . 137.
  14. SCHEINER, Tereza Cristina. Apolo e Dionísio no templo das musas. Museu: gênese, idéia e representações na cultura ocidental. 1998. Dissertação (Mestrado em comunicação) – Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura. Universidade Federal do Rio de Janeiro/ECO, Rio de Janeiro, 1998.
  15. Associação Geral dos Conservadores Franceses Apud. Teses Tereza, p. 96.
  16. SCHEINER, Tereza Cristina. Repensando o Museu Integral: do conceito às práticas. Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém. 2012, p. 19-22.
  17. SCHEINER, Tereza Cristina. Repensando o Museu Integral: do conceito às práticas. Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém. 2012, p. 19-22.
  18. SCHEINER, Tereza Cristina. Repensando o Museu Integral: do conceito às práticas. Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém. 2012, p.25.
  19. SCHEINER, Tereza, « L’exposition comme présentation de la Réalité », ICOFOM Study Series, no 33b, ‎2002, p. 208.
  20. « What is an exhibition? It is the main through which museums deal with society (…) » in SCHEINER, Tereza, « Museums and exhibitions: appointments for a theory of feelings », ICOFOM Study Series n°18, 1991, p.109.
  21. SCHEINER, Tereza, « Museum and museology: changing roles or changing paradigms? », ICOFOM Study Series, no 37, ‎ 2008, p. 81- 89.
  22. SCHEINER, T.C. Museums and exhibitions: appointments for a theory of feeling. ICOFOM Study Series – ISS 19, 1991.
  23. CARVALHO, Luciana Menezes de. Waldisa Rússio e Tereza Scheiner – dois caminhos, um único objetivo: discutir museu e Museologia Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – PPG-PMUS Unirio | MAST – vol. 4 no 2 – 2011, p. 156.
  24. BRULON SOARES, B. C. & MAGALDI, M. Museologia: reflexões sobre o campo disciplinar. Anais do 2º Seminário Brasileiro de Museologia, v. 1, Recife – PE, Museu do Homem do Nordeste, 16 a 20 de novembro de 2015, pp.382-408. p.383.

GEORGES HENRI RIVIÈRE

  1. DESVALLÉES André, MAIRESSE, François. (dir.), Dictionnaire encyclopédique de muséologie, Paris, Armand Colin, 2011, p.16. Sobre francófono, ver: https://pt.wiktionary.org/wiki/franc%C3%B3fono.
  2. DE LA ROCHA MILLE, Raymond (2011). Museums without walls: The museology of Georges Henri Rivière. Unpublished Doctoral thesis, City University London). Disponível em: http://openaccess.city.ac.uk/2154/.
  3. SOARES, Bruno C. Brulon. Quando o Museu abre portas e janelas. O reencontro com o humano no Museu contemporâneo. 2008. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio, UNIRIO/MAST, Rio de Janeiro, 2008. p.3.
  4. Christian Faure, Le Projet culturel de Vichy, Folklore et Révolution nationale 1940-1944, Presses universitaires de Lyon/Éditions du CNRS, 1989, 335 p. [présentation [archive]]
  5. CENTRE NATIONAL DE LA RECHERCHE SCIENTIFIQUE. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2015. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Centre_national_de_la_recherche_scientifique&oldid=42358447>.
  6. Martine Segalen, « Un regard sur le Centre d’ethnologie française », La revue pour l’histoire du CNRS [En ligne], 13 | 2005, mis en ligne le 03 novembre 2007, consulté le 07 mai 2017.
  7. Isac Chiva, « George Henri Rivière: un demi-siècle d’ethnologie de la France », Terrain [En ligne], 5 | octobre 1985, mis en ligne le 23 juillet 2007, consulté le 05 jui. 2017.
  8. Isac Chiva, «George Henri Rivière: un demi-siècle d’ethnologie de la France», Terrain [En ligne], 5 | octobre 1985, mis en ligne le 23 juillet 2007, consulté le 07 mai 2017.
  9. Définition évolutive de l’écomusée. Museum. Imágenes del ecomuseo, Paris, UNESCO, v. XXXVII, n. 148, p.182-183, 1985.
  10. LANÇON, Raphaël. Collection photographique de la recherche coopérative sur programme Châtillonnais (1966-1968). PhoCEM – Base de données des collections photographiques du MuCEM – Musée de Civilisations Europe et Mediterrané, 2010.
  11. RIVIÈRE, Georges-Henri. Stage regional d’études de l’Unesco sur le role éducatif des musées (Rio de Janeiro, 7-30 septembre 1958). Paris: Unesco, 1960.
  12. Museologia. Em “Conceitos”. [Blog História da Museologia]. Disponível em: <https://historiadamuseologia.blog/terminologia/museologia/>.
  13. The dynamics of the role of interdisciplinary in the museum institution, MuWop 2, 1981, Interdisciplinary in museology, Museological Working Papers, International Committee for Museology, ICOFOM, p.54-55.
  14. ANGOTTI-SALGUEIRO, Heliana. Nina Gorgus: Le Magicien des vitrines. Le muséologue Georges Henri-Rivière. An. mus. paul., São Paulo, v. 14, n. 2, p. 317-322, Dec. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-47142006000200010&lng=en&nrm=iso>.

Hugues de Varine

[1] VARINE-BOHAN, Hugues de. Entrevista com Hugues de Varine-Bohan. In: ROJAS, Roberto (org.). Os Museus no Mundo. Rio de Janeiro: SALVAT Editora do Brasil, 1979, p. 8-21; p.70-81.

[2] VARINE-BOHAN, Hugues de. Debary Octave, “Un entretien avec Hugues de Varine”, dans Publics et Musées, no. 17-18, 2000. L’écomusée: rêve ou réalité (sous la direction d’André Desvallées), p. 203-210.

[3] Museu das Missões recebe especialista francês em museus e patrimônio. Portal do Instituto Brasileiro de Museus [Site da Internet]. Disponível em: <http://www.museus.gov.br/tag/hugues-de-varine/&gt;. Acesso em: 16 dez. 2017.

[4] Varine (1979) apud Bazin Germain, “crise de l’institution muséologique”. Germain Bazin, André Desvallées, Raymonde Moulin. Em “Muséologie”. [Encyclopædia Universalis online]. Disponível em:

<https://www.universalis.fr/encyclopedie/museologie/&gt;. Acesso em: 29 dez. 2017.

[5] VARINE-BOHAN, Hugues de. Decolonising Museology. ICOM News, no. 3, 2005, p.3.

[6] ICOM (1971), 9e Conférence Générale de l’ICOM: Le musée au service des hommes aujourd’hui et demain, ICOM Unesco, Paris, 1972, p.189.

[7] Rôle du musée dans l’Amérique latine d’aujourd’hui. Mesa Redonda organizada pela Unesco, Santiago do Chile, 1972, Museum, vol. XXV, no. 3, 1973, p. 129-133.

[8] Bazin Germain, loc. cit.

[9] German Bazin, André Desvallées, Raymonde Moulin. Em “Muséologie”. [Encyclopædia Universalis online]. Disponível em: <https://www.universalis.fr/encyclopedie/museologie/&gt;. Acesso em: 29 dez. 2017.

[10] VARINE-BOHAN, Hugues de.” L’écomusée”, La gazette: Association canadienne des musées, vol. 11 n°2, 1978, repris dans André Desvallées, Vagues: une anthologie de la nouvelle muséologie, vol. 1, Lyon: PUL, 1992.

[11] BRULON-SOARES, Bruno C. A invenção do ecomuseu: o caso do Écomusée du Creusot Montceau-les-Mines e a prática da museologia experimental. Mana, Rio de Janeiro, v. 21, no. 2, p. 267- 295, ago.  2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-132015000200267&lng=en&nrm=iso&gt;. Acesso em:  29 jan. 2018.

[12] Em francês, “musée éclaté”. Cf. VARINE-BOHAN, Hugues de. Un musée éclaté : le Musée de l’Homme et de l’Industrie, Museum, vol. XXV, n. 4, 1973, p. 242-249.

[13] VAHINE-BOHAN, Hugues de. Debary Octave, loc. cit.

[14] MAYRAND, Pierre. L’écomusée dans ses rapports avec la nouvelle muséologie. Em Musées, vol. 11 no. 3 et 4, 1989.

[15] FERNÁNDEZ, Luis Alonso. Introducción a la Nueva Museología. Madrid: Alianza Editorial, 1999.

[16] Cf. VARINE-BOHAN, Hugues de. In: Anais do 1º Encontro Internacional de Ecomuseus, Rio de Janeiro, maio de 1992. Prefeitura do Rio de Janeiro. Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esporte.

[17] VARINE-BOHAN, Hugues de. Entrevista com Hugues de Varine-Bohan. In: ROJAS, Roberto (org.). Os Museus no Mundo. Rio de Janeiro: SALVAT Editora do Brasil, 1979, p. 17.

[18] CARVALHO, Ana. O Fascínio do Património e dos Museus: Entrevista com Hugues de Varine. Cadernos de Sociomuseologia, no. 5, 2015, p. 145-165. Disponível em:

<revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/5203/3358>. Acesso em: 11 mar. 2018.

[19] CARVALHO, Ana. O Fascínio do Património e dos Museus: Entrevista com Hugues de Varine. Cadernos de Sociomuseologia, no. 5, 2015, p. 145-165. Disponível em: <revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/5203/3358>. Acesso em: 11 mar. 2018.

[20] CARVALHO, Ana. O Fascínio do Património e dos Museus: Entrevista com Hugues de Varine. Cadernos de Sociomuseologia, no. 5, 2015, p. 145-165. Disponível em:

<revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/5203/3358>. Acesso em: 11 mar. 2018.

[21] 8º EPM: Articulando Museus e Comunidades – Hugues de Varine-Bohan. 11’58”. Disponível em:

<https://youtu.be/bDCGEL6StVc&gt;. Acesso em: 11 mar. 2018.

[22] VARINE-BOHAN, Hugues de. Decolonising Museology. ICOM News, no. 3, 2005, p.3.

[23] Cf. BRULON-SOARES, Bruno C.; DESVALLÉES, André. Interview with André Desvallées. Anais do Museu Histórico Nacional, v.47, p. 131-150, 2015.

[24] CARVALHO, Ana apud CAMACHO, Clara. Renovação museológica e génese dos museus municipais da Área Metropolitana de Lisboa: 1974-90. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, 1999. Dissertação de Mestrado. Em Hugues de Varine [Blog No Mundo dos Museus]. Disponível em: <https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/2826&gt;. Acesso em: 11 mar. 2017.

Alpha Oumar Konaré

[1] Candidats au Conseil exécutif de l’ICOM pour 1989-1992. In : ICOM – Conseil international des musées. Nouvelles de l’ICOM. Bulletin du Conseil international des musées, vol. 41, n. 4, 1988. p.7.

[2] Enclosure n. 1. Fifth annual meeting of the ICOM International Committee for Museology. Paris, October 20-22, 1982. List of participants. In: ICOFOM – International Committee for Museology. Museological News 3. March, 1983. p.13.

[3] Konaré, Alpha Oumar. (1987). L’idée du musée. ICOFOM Study Series – ISS 12, 1987, p. 151–155. p.151.

[4] Konaré, Alpha Oumar. (1987). L’idée du musée. ICOFOM Study Series – ISS 12, 1987, p. 151–155. p.151.

[5] Konaré, Alpha Oumar. (1981). Bamako, Mali. Naissance d’un musée. Museum, vol. XXXIII, n. 1, pp.4-8. p.7.

[6] Konaré, Alpha Oumar. (1981). Bamako, Mali. Naissance d’un musée. Museum, vol. XXXIII, n. 1, pp.4-8. p.7.

[7] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Des écomusées pour le Sabel: un programme. Museum, n. 148, vol. XXXVII, n. 4, 1985, pp.230-236. p.232.

[8] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Substituts de masques et statuettes au Mali. ICOFOM Study Series ISS 8, 1985, p. 57–60.

[9] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Substituts de masques et statuettes au Mali. ICOFOM Study Series ISS 8, 1985, p. 57–60. p.58.

[10] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Substituts de masques et statuettes au Mali. ICOFOM Study Series ISS 8, 1985, p. 57–60. p.58.

[11] Konaré, Alpha Oumar. (1987). L’idée du musée. ICOFOM Study Series – ISS 12, 1987, p. 151–155. p.152.

[12] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Substituts de masques et statuettes au Mali. ICOFOM Study Series ISS 8, 1985, p. 57–60. p.60.

[13] Konaré, Alpha Oumar. (1987). L’idée du musée. ICOFOM Study Series – ISS 12, 1987, p. 151–155. p.155.

[14] Konaré, Alpha Oumar. (1992). Discours du président. In : ICOM. (1992). Musées : y-a-t-il des limites ? Actes de la XVIe Conférence générale du Conseil international des musées, 19 au 26 septembre 1992, Québec, Canada. pp.75-76.

[15] Konaré, Alpha Oumar. (1983). Pour d’autres musées « ethnographique » en Afrique. Museum, n. 139, vol. XXXV, n.3, 1983, pp.146-151. p.147.

[16] Konaré, Alpha Oumar. (1983). Pour d’autres musées « ethnographique » en Afrique. Museum, n. 139, vol. XXXV, n.3, 1983, pp.146-151. p.149.

[17] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Des écomusées pour le Sabel: un programme. Museum, n. 148, vol. XXXVII, n. 4, 1985, pp.230-236. p.234.

[18] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Des écomusées pour le Sabel: un programme. Museum, n. 148, vol. XXXVII, n. 4, 1985, pp.230-236. p.234.

[19] Konaré, Alpha Oumar. (1985). Des écomusées pour le Sabel: un programme. Museum, n. 148, vol. XXXVII, n. 4, 1985, pp.230-236. p.234.

[20] Konaré, Alpha Oumar. (1983). Pour d’autres musées « ethnographique » en Afrique. Museum, n. 139, vol. XXXV, n.3, 1983, pp.146-151. p.146.

[21] KONARÉ (1990 apud GROGNET, 2009).

[22] Antigo galerista, Kerchache é lembrado como “traficante” por alguns, por ter sido preso, em 1965 no Gabão, por transportar objetos de forma fraudulenta. Logo depois ele seria responsável por idealizar o Musée du quai Branly, junto a Jacques Chirac. GROGNET, Fabrice. Le concept de musée : la patrimonialisation de la culture des « autres ». D’une rive à l’autre, du Trocadéro a Branly : histoire de metamorphoses. Thèse de doctorat en Ethnologie. Thèse en deux volumes dirigée par Jean Jamin. École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS). 2009. p.449.

[23] « Manifeste pour que les chefs d’œuvre du monde entier naissent libres et égaux » (no original). Ver, PRICE, Sally. Paris primitive. Jacques Chirac’s Museum on the Quai Branly. Chicago & London: The University of Chicago Press, 2007.

[24] Ver STANISLAS, Adotevi. Le musée inversion de la vie. (Le musée dans les systèmes éducatifs et culturels contemporains). (1971) In : DESVALLEES, André ; DE BARRY, Marie Odile & WASSERMAN, Françoise (coord.). Vagues: une antologie de la Nouvelle Muséologie. vol. 1. Collection Museologia, Savigny-le-Temple : Éditions W-M.N.E.S., 1992. pp. 119-123.

É preciso lembrar até para poder esquecer: luto pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro

[¹] LOPES, Maria Margaret. O Brasil descobre a pesquisa científica. Os museus e as ciências naturais do século XIX. Brasília: UnB, São Paulo: Hucitec, 2009 [1997]. p.40.
[²] LAFUENTE & CATALA, 1989 apud LOPES, 2009 [1997], p.20.

[³] LOPES, op. cit., p.20.